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Defesa de detido na Operação Zeus critica só haver seis arguidos

Advogado diz que esquema de sobrefaturação existe em quase todas as bases do país.
Por Lusa|29.11.16
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Defesa de detido na Operação Zeus critica só haver seis arguidos
Base de Monte Real, onde estão os F-16 portugueses, foi uma das visadas nas buscas Foto João Matias

O advogado do major Rogério Martinho, arguido na Operação Zeus, que envolve corrupção no fornecimento de bens alimentares à Força Aérea, considerou esta terça-feira "impensável" que neste caso "a responsabilidade criminal seja assacada só a seis pessoas".

Carlos do Paulo falava aos jornalistas à entrada para as instalações do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, onde o major Rogério Martinho, arguido nesta operação, vai prestar declarações ao procurador do processo sobre os factos que constam dos autos, depois de, na altura da detenção (3 de novembro), se ter remetido ao silêncio, à semelhança dos restantes militares.

O advogado confirmou que o arguido vai "esclarecer a verdade dos factos", contribuindo com isso para uma "alteração radical da investigação", insistindo que num processo em que houve buscas a 12 messes e envolveu 300 inspetores e 27 magistrados a responsabilidade criminal não pode ficar limitada a apenas seis pessoas.

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