Defesa quer major arguido no caso das armas de Tancos como testemunha na morte dos Comandos

Vasco Brazão é um dos oito arguidos da 'Operação Húbris'.
Por Lusa|11.10.18
Um advogado requereu esta quinta-feira que o major Vasco Brazão seja ouvido como testemunha no julgamento das mortes no curso de Comandos, uma vez que este oficial da Polícia Judiciária Militar (PJM) foi o inspetor-chefe da investigação deste processo.

O major Vasco Brazão é um dos oito arguidos da 'Operação Húbris', relacionada com o aparecimento das armas furtadas dos paióis de Tancos, e que disse ao juiz de instrução criminal que, em finais de 2017, e já depois da recuperação das armas, deu conhecimento ao ministro da Defesa, juntamente com o então diretor da PJM, da "encenação montada em conjunto com a GNR de Loulé em torno da recuperação as armas furtadas".

Esta quinta-feira, na quarta sessão do julgamento, que decorre em Lisboa, sobre as mortes dos recrutas Dylan da Silva e Hugo Abreu, em setembro de 2016, durante o 127.º curso de Comandos, Fernando Manuel Ramos, advogado de quatro dos 19 arguidos, requereu ao coletivo de juízes que o major Vasco Brazão, que chefiou esta investigação, seja inquirido na qualidade de testemunha, assim como outros sete militares da PJM.

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