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Dependia de agressor para lavar a roupa

Vítima nunca se queixou das perseguições constantes.
Por Tânia Laranjo|12.11.17
Ana Estreito, de 44 anos, dependia do homem que a matou para sobreviver. Ele dava-lhe pequenas ajudas, levava-lhe, por exemplo, a roupa para lavar e passar todas as semanas, já que ela não tinha possibilidade de o fazer. Ajudava-a noutras pequenas tarefas, facilitava-lhe a vida que era marcada por grandes dificuldades.

Ao mesmo tempo, perseguia-a. Mandava-lhe várias mensagens diariamente, aparecia na confeitaria onde ela trabalhava, tocava-lhe à porta a cada momento.
Ana Estreito tentava manter alguma distância, pensava que era suficiente dizer a Luís Gonçalves, de 57 anos, que nunca reatariam a relação. Que tinha durado 13 anos, acabara há dois e não tinha qualquer hipótese de recomeçar.

Uma relação obsessiva ou doentia poderá depois explicar o que aconteceu a seguir. Luís foi a casa de Ana, na Baixa do Porto, no dia 30 de outubro e perguntou-lhe se tinha arranjado outro. A vítima, explicou o homem mais tarde à PJ do Porto, provocou-o.

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