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Edil de Celorico julgado por dar ordenado ao pai

Joaquim Mota e Silva senta-se no banco dos réus a partir do dia 8 de fevereiro de 2018. Responde por prevaricação.
Por Liliana Rodrigues|13.11.17
Edil de Celorico julgado por dar ordenado ao pai
Foto Direitos Reservados
O presidente da Câmara de Celorico de Basto começa a ser julgado a 8 de fevereiro de 2018 por prevaricação de cargo político, no tribunal das varas mistas de Guimarães.
Edil de Celorico julgado por dar ordenado ao pai

Em causa está a contratação por ajuste direto por parte da autarquia do pai de Joaquim Mota e Silva - que também foi presidente da Câmara de Celorico - para ser consultor nas áreas financeira, económica e de gestão no município. Recebeu uma avença mensal de 1750 euros durante mais de dois anos, num total que ascende a 56 mil euros.

O caso remonta a 2009 e foi investigado pela Polícia Judiciária de Braga. O autarca do PSD e o seu vice-presidente, Inácio Silva, são arguidos no processo.

Albertino Mota e Silva foi convidado apenas três dias antes de ter sido contratado formalmente - o que aconteceu uma semana depois de Mota e Silva ter tomado posse.

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