Em Portugal morre-se "mal, sem afeto e compaixão"

Jorge Soares referiu a importância dos cuidados paliativos, num debate sobre a eutanásia.
Por Lusa|05.12.17
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O presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) considerou esta terça-feira que se morre mal em Portugal, muitas vezes em solidão e sem compaixão ou afeto.

Para Jorge Soares, "é tempo de promover uma reflexão sobre a compaixão", entendendo que em Portugal, como em muitos países desenvolvidos, se morre "mal, sem afeto e compaixão".

Na sessão inaugural do seminário de encerramento do ciclo de debates "Decidir sobre o final da vida", na Fundação Champalimaud, em Lisboa, o responsável do CNECV lembrou ainda que "não se alivia o sofrimento sem empatia ou compaixão" por mais evolução que haja na medicina e ao nível científico.

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