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Escolas alojam cidadãos em casos de catástrofe

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil define métodos de ação para situações de tragédia ou calamidade.
Por Manuel Jorge Bento|09.08.17
Escolas alojam cidadãos em casos de catástrofe
Bombeiros de Celorico de Basto são apenas uma das dezenas de entidades envolvidas em operações de socorro Foto Direitos Reservados
Dezasseis estabelecimentos de ensino, dois centros sociais, um salão paroquial e oito juntas de freguesia são os locais de acolhimento e alojamento temporário de população retirada, numa situação de calamidade ou tragédia, em Celorico de Basto. É o que consta do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, que está em período de consulta pública.

"Procuramos trabalhar sempre para evitar que situações de risco aconteçam e coloquem as populações em perigo, mas sabemos que somos incapazes de controlar tudo, por isso temos que estar preparados para um cenário mais difícil, de tragédia ou catástrofe, com uma capacidade de decisão e resposta célere e eficiente", considera Joaquim Mota e Silva, presidente da autarquia e responsável pela Proteção Civil.

O Plano Municipal de Emergência define as orientações de atuação dos vários organismos, serviços e estruturas a empenhar em operações de grande relevância. O documento inclui a cartografia de suporte às operações de emergência e as medidas de prevenção e mitigação dos riscos identificados. Garante a manutenção da operacionalidade da estratégia de ação.

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