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Família culpa médica por morte de menor com sarampo

Inês Sampaio, de 17 anos, que morreu com sarampo, sofria de psoríase e foi aconselhada a não ser vacinada.
Por Débora Carvalho, João Saramago e Ana Botto|20.04.17
A família da jovem de 17 anos que morreu, ontem, no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, onde foi internada com sarampo, nega ter sido negligente e garante que a adolescente só não foi vacinada contra o vírus devido a problemas de saúde.

Ao que o CM apurou, Inês Sampaio terá sofrido um choque anafilático com outra vacina, ainda bebé, e, por isso, a família garante que foi aconselhada por uma médica a não vacinar a jovem contra o vírus do sarampo.

Carlos Faria, um familiar de Inês, explicou ao CM que a adolescente sofria de psoríase - doença da pele que causa vermelhidão e irritação - e que, face às reações alérgicas, não terá cumprido o Programa Nacional de Vacinação, mas por conselho médico.

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