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Florista espera quiosque na Amadora há 10 anos

Carla Mesquita diz que o ponto de venda fixo junto ao cemitério está desocupado há anos.
Por Francisca Genésio|09.10.17
Carla Mesquita vende flores junto ao cemitério da Amadora há 25 anos e diz estar há dez à espera que a autarquia lhe atribua um quiosque no local. A florista, de 50 anos, pede melhores condições para manter o negócio.

"Vendo flores numa carrinha ambulante há 25 anos e, antes de mim e do meu irmão, eram os meus pais que tomavam conta do negócio", disse ao CM a florista, que lamenta o facto de existir um quiosque junto ao cemitério que "está fechado há dois anos, sem qualquer utilidade".

"Sofro muito no inverno, com a chuva e o vento, sem necessidade nenhuma porque o quiosque está fechado e foi-me prometido, em 2015, por um vereador da câmara. Disse-me que era uma prenda de Natal", relembra.

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