Gravação falha e ajuda Paulo Pereira Cristóvão

Problema informático leva a repetição da fase instrutória.
Por João Tavares|17.04.18
A 2 de março, o ex-inspetor da PJ e antigo dirigente do Sporting Paulo Pereira Cristóvão e outros 17 arguidos acusados de assaltos violentos a residências, prestaram declarações sobre os crimes. Contudo, uma deficiência no sistema do Tribunal de Sintra fez com que a gravação do que disseram não seja percetível, o que obriga à repetição da fase de instrução.

"A única coisa que podia falhar foi aquela que falhou, por razões a que somos completamente alheios e que se relacionam com o sistema informático", escreveu a juíza em despacho judicial, ordenando que seja repetida esta fase do debate instrutório.

Apenas o advogado de um dos 18 arguidos – nos quais se incluem Paulo Pereira Cristóvão; ‘Mustafá’, líder da claque Juve Leo; e três polícias – se opôs a uma solução apresentada pela juíza: a transcrição das declarações das testemunhas e arguidos por "súmula escrita", já que o tribunal está na posse dos apontamentos do que foi dito.

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