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Homicida de patrão alega legítima defesa

Arguido argumentou que agiu num quadro de legítima defesa e negou ter desviado dinheiro da empresa.

13.03.13
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Um homem, de 39 anos, acusado de ter matado o patrão, argumentou esta quarta-feira no tribunal de Santa Maria da Feira que agiu em legítima defesa, negando ainda ter desviado dinheiro da empresa, como sustenta a acusação.

"Nunca tirei dinheiro da empresa", afirmou, no início do julgamento, Paulo Rocha, que é suspeito de ter matado, em maio de 2012, o gerente da Presdouro, uma empresa de prefabricados em betão, em São João de Ver.

O arguido dedicou a maior parte do seu depoimento a explicar os movimentos financeiros da empresa, onde trabalhou cerca de 18 anos, com vista a justificar a diferença existente entre a folha de caixa e o registo diário realizado por si.

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