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Inspetor nega pressão em confissão de crime

Investigador diz que Armindo Castro conhecia pormenores do homicídio da tia.
Por Fátima Vilaça|14.11.17
"O que transpareceu para a investigação foi que estávamos perante uma pessoa que tinha domínio dos factos. Havia pormenores que só quem ali esteve podia saber."

A afirmação é do inspetor da Polícia Judiciária do Porto responsável pela inquirição e reconstituição de Armindo Castro, que levaram o estudante, na altura com 27 anos, a ser detido pela morte da tia, em março de 2012, em Joane, Vila Nova de Famalicão. Ontem, perante o coletivo de juízes de Guimarães, o investigador negou qualquer pressão sobre o arguido para obter uma confissão do crime.
Inspetor nega pressão em confissão de crime

"Eu nunca disse que, se ele assumisse o crime, a mãe seria libertada, nem ouvi ninguém dizer isso", repetiu várias vezes o investigador, pressionado pelo coletivo - que procurava uma explicação para que, após quatro horas a negar a morte da tia, o arguido tenha decidido, após ter saído da sala, confessar o crime e participar numa reconstituição.

"Sentiu o peso da responsabilidade e assumiu", atirou o inspetor. Por explicar ficaram as passagens do carro de Armindo a mais de 40 quilómetros do local do crime, na hora em que Odete Castro terá sido assassinada, e a localização celular do telemóvel que colocava Armindo em Paredes.

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