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O artigo, escrito pelo correspondente do diário nova-iorquino para a Península Ibérica, descreve as expectativas dos investidores para a evolução da crise da dívida soberana em Portugal.
Segundo o Times, quando a Grécia concluir um acordo para a reestruturação da sua dívida, é provável que Portugal "venha a seguir".O Times cita ainda Albert Jaeger, chefe da delegação do FMI em Lisboa, segundo o qual "a vantagem mais importante que Portugal tem [sobre a Grécia] é provavelmente o seu consenso político e social interno".
O primeiro-ministro, Passos Coelho, já disse várias vezes que não iria pedir nem mais dinheiro, nem mais tempo para pagar o empréstimo de 78 mil milhões de euros à Troika. Vítor Gaspar chegou a admitir, no ano passado, medidas adicionais de austeridade numa primeira fase da discussão do Orçamento de Estado para 2012.
Em Londres, o ministro de Estado e das Finanças garantiu, contudo, que Portugal não precisar de um segundo resgate, nem de renegociar a dívida. O ministro respondia a perguntas após uma palestra na universidade London School of Economics, com o título "Economia Portuguesa: restaurar a credibilidade e confiança".
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