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Justiça de Angola diz que não tem meios para fazer ligação por Skype

Banqueiro Carlos Silva pede para ser ouvido no julgamento da Operação Fizz a partir de casa.
Por Débora Carvalho|15.02.18

Em resposta a uma carta rogatória enviada pelo tribunal que julga o processo Fizz, a Procuradoria-Geral da República de Angola respondeu que os tribunais, bem como as suas instalações não têm os meios necessários para que testemunhas angolanas sejam ouvidas via skype.

O pedido de cooperação foi rejeitado numa altura em que o tribunal conseguiu chegar à fala com o banqueiro Carlos Silva por e-mail. O luso-angolano, uma das testemunhas  notificadas, diz ao tribunal que está disponível para ser ouvido na PGR de Angola ou, caso não seja possível, na sua residência. O colectivo de juízes estabeleceu um prazo de oito dias para para que todas as partes se pronunciem.

Esta quinta-feira, são ouvidos funcionários do BPA, no qual Carlos Silva é presidente. Orlando Figueira, o ex-magistrado do DCIAP que é julgado por corrupção, já disse em tribunal que saiu da magistratura a convite de Carlos Silva.

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