Filha que matou mãe no Montijo perde herança

Três casas e dois carros de Amélia Fialho podem vir a ser entregues ao Estado.
Por Sérgio A. Vitorino e Sofia Garcia|09.09.18
Diana Fialho, de 23 anos, a homicida confessa da mãe adotiva - que drogou, assassinou à martelada e queimou o corpo, no Montijo, com a ajuda do marido Iuri, por causa da herança - não irá receber nada do património da professora de 59 anos.

Diana "arquitetou as coisas. O meu filho tinha medo dela"
Falha o objetivo que esteve na origem do crime, que tentou planear na perfeição, sem o conseguir por ação da PJ de Setúbal, porque o Código Civil considera a estudante universitária "indigna".

"O artigo 2034 refere explicitamente que quem for condenado como autor ou cúmplice de homicídio, com dolo, como é o caso, é afastado da sucessão [herança] por indignidade. Não é uma pena acessória. É automático", explicou ao CM o professor universitário Rui Pereira.

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