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Médico da Guarda responsável na morte de bebé

Inquérito diz que obstetra descurou procedimentos.
21.03.17
O inquérito interno do Hospital da Guarda à morte de um bebé, no dia 16 de fevereiro, responsabiliza o ginecologista e obstetra de serviço por não ter agido de acordo com os procedimentos estabelecidos.
Bebé da Guarda chegou viva ao hospital

"O médico quer tenha ou não avaliado os registos, não procedeu de acordo com as ‘legis artis’", diz o relatório feito por uma comissão externa nomeada pela Administração Regional de Saúde do Centro.

O mesmo documento acrescenta que "apesar de se ter provado" que "não agiu de acordo com as ‘legis artis’", o inquérito "deverá ser arquivado, uma vez que a Unidade Local de Saúde da Guarda não detém poderes disciplinares" sobre o médico, por não ter vínculo laboral com o hospital e estar a cumprir 20 horas semanais em regime de prestação de serviços.
Médico da Guarda responsável na morte de bebé


O relatório da autoria de três obstetras e um jurista frisa que o clínico pode "responder criminal e civilmente" na Justiça e na Ordem dos Médicos. E salienta que "não existiu negligência" de uma médica e da enfermeira que também estavam de serviço. Além disso, não indica a causa da morte do bebé e sublinha que "não terá havido descolamento da placenta".


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