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Militar da GNR baleado "abalado por ver colega ser morto"

Sobreviveu a um tiro disparado na cabeça, fingiu-se de morto e depois conseguiu pedir socorro numa casa, em Aguiar da Beira.
Por Luís Oliveira e P.G.|15.10.16
O militar da GNR do posto de Aguiar da Beira que sobreviveu ao banho de sangue concretizado por Pedro Dias está a recuperar "muito bem" dos ferimentos de bala que sofreu na cervical, mas tão cedo não vai apagar da memória os momentos de terror que viveu nas mãos do homicida - que o tentou executar a sangue frio.

Conduziu a viatura da GNR com uma arma apontada à cabeça durante mais de 15 quilómetros, até ter sido amarrado a um pinheiro, na Quinta da Estrada. Ali, foi obrigado a ajoelhar-se e foi baleado a sangue frio. Fingiu-se de morto até o homicida deixar o local e depois arrastou-se pelo mato até conseguir pedir socorro naquela aldeia com pouca gente. Bateu à porta de uma casa que tinha as luzes acesas. Eram 07h15 de terça-feira.

Foi só a partir daquela altura que foi dado o alerta ao colega da GNR, que estava no posto da GNR de Aguiar da Beira, e também às forças de socorro. "Está muito abalado e afetado psicologicamente. Viu o colega ser assassinado e sabia que ele também ia ser abatido. Sobreviveu por milagre e porque é muito resistente fisicamente", confidenciou ontem ao CM um amigo.

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