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Ministério Público recorre da libertação de 14 arguidos da "Operação Fénix"

Todos os arguidos ficaram apenas sujeitos a termo de identidade e residência, a menos gravosa das medidas de coação.
Por Lusa|17.07.17
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O Ministério Público vai recorrer da decisão de libertação dos 14 arguidos da "Operação Fénix" que se encontravam em prisão preventiva ou domiciliária, informou esta segunda-feira a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Por despacho datado desta segunda-feira, o Tribunal de Guimarães decidiu revogar a medida de coação de prisão preventiva a que se encontrava sujeito um arguido e a medida de obrigação de permanência na habitação imposta a outros treze arguidos no âmbito da "Operação Fénix", com 54 arguidos e que está relacionada com a utilização ilegal de seguranças privados, tendo como epicentro a empresa SPDE.

"O Ministério Público, que em momento prévio à decisão pugnara pela manutenção das referidas medidas de coação, vai interpor recurso do aludido despacho", refere a Procuradoria-Geral Distrital do Porto, em nota publicada na sua página na Internet.

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