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Monitor condenado por abusar de crianças

Funcionário de lar obrigava menores a verem filmes pornográficos e a manterem sexo entre eles.
Por João Tavares|15.10.16
Em 2010, um casal concretizou o sonho de adotar um menino num lar de acolhimento em Lisboa. Em 2015, já com 10 anos, o menor foi apanhado pelos pais em posições de cariz sexual com outra irmã – adotada posteriormente. O menino imitava o que lhe tinha acontecido quando estava institucionalizado, às mãos de um monitor. João Tomás foi ontem condenado a nove anos de prisão e a pagar 5 mil € a cada uma das crianças abusadas.

Ao ser questionada pelos pais adotivos, a criança contou que era, com outros meninos e meninas, sujeita a práticas sexuais com o monitor. Eram obrigados a ver filmes pornográficos à noite e a imitarem os atos sexuais. Caso não o fizessem, João Tomás, 43 anos, batia-lhes com colheres, dava-lhes bofetadas e obrigava-os a fazer o pino.

"Mil anos não chegavam (...) Ele foi um monstro. Intimidava as crianças pela violência e ameaças", contou em exclusivo ao CM o pai do menor que deu início a todo este processo.

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