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Morte de aluna não trava praxes

Alunos do Politécnico de Beja vão adotar novo modelo para a integração dos caloiros
04.09.13
Morte de aluna não trava praxes
Após o incidente os alunos fizeram um cordão humano de apoio a Cristina Ratinho

O Instituto Politécnico de Beja e os alunos da instituição vão adotar um novo modelo de integração dos caloiros no início deste ano letivo em resultado da morte de Cristina Ratinho, que há 11 meses sofreu uma paragem cardiorrespiratória após uma praxe. O novo ritual será discutido na próxima semana pelos estudantes que constituem a comissão de praxes.

"Há várias ideias mas o modelo não está ainda decidido. Certo é que haverá muitas diferenças em relação a anos anteriores", referiu ao CM Pedro Inácio, presidente da associação de estudantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja.

Cristina Ratinho sofria de problemas cardíacos. Sentiu-se indisposta por volta das 12h00 do dia 26 de setembro de 2012. Na altura, segundo um comunicado dos colegas do curso de Gestão de Empresas, "estava apenas a cantar".

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15 Comentários
  • De MARIA P.06.09.13
    SOU ESTUDANTE EM BEJA, FUI PRAXADA COM MUITO ORGULHO E IREI PRAXAR! A PRAXE SERVE PARA INTEGRAR MAIS QUE ISSO SERVE PARA CONHECER COLEGAS E A LOCALIDADE! SEM PRAXE A VIDA ACADEMICA NÃO É A MESMA! BEJA PRECISA DE PRAXES!
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  • De sandra05.09.13
    Quando os alunos ingressam na faculdade já são adultos,as praxes não são obrigatórias e como tal têm idade suficiente para reprovar abusos, tal como eu o fiz sem qualquer tipo de represália,sem estudantes,Beja morre!
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  • De Vitor Bandeira 05.09.13
    Julgo já ter habido incidentes suficientes...Acabem com as praxes. Veem-se coisas indecorosas, humilhantes. Serão estes os nossos futuros dirigentes???Integração não é humilhação,só os cobardes agem assim,escondendo-se.
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  • De Lusocanadiano05.09.13
    Também eu fui estudante em Beja e há 50 anos já haviam praxes, mas não passava de uma brincadeira. Cortava-se cabelo aos miúdos caloiros, mas não a todos. Era mesmo para rir. As praxes de hoje com comissões são crime.
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  • De incognito05.09.13
    Eu fui praxado, porque estava numa residência universitária e não tinha hipóteses de escapar. Acho que os serviços sociais da universidade não me souberam proteger, na altura pensei matar os meus praxadores.
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