Sub-categorias

Notícia

"Não andamos a inventar processos", diz procuradora-geral da República

Joana Marques Vidal explica que eventual morosidade da Operação Marquês só poderá ser avaliada no fim.
12.10.17
A procuradora-geral da República disse esta quinta-feira que o Ministério Público não anda a inventar processos, referindo-se à acusação divulgada na quarta-feira da Operação Marquês, e que a eventual morosidade do caso só poderá ser avaliada no fim.
"Não andamos a inventar processos", diz procuradora-geral da República

"Nós não inventamos os processos, os processos surgem porque há participações, porque há documentos, e iniciam-se investigações porque é obrigatório iniciar perante um conjunto determinado de factos. Não andamos à procura, ou a inventar processos, seja em que situação for", declarou Joana Marques Vidal, à margem do XI Congresso dos Juízes que decorre, entre hoje e sábado, na Figueira da Foz.

A PGR disse ainda que a morosidade processual é uma "preocupação de todos os agentes da justiça", mas assumiu que "há temáticas e investigações cuja duração exige mais tempo perante a complexidade das situações".

"Só quando chegarmos ao final é vamos conseguir avaliar se foi ou não moroso", afirmou Joana Marques Vidal, acrescentando que "o tempo útil do processo tem a ver com a complexidade dos factos criminosos e o procedimento de tramitação prevista na lei, os prazos processuais que estão em causa que são distintos de uns casos para outros" e "tudo isso é tido em atenção".

Ver todos os comentários
Para comentar tem de ser utilizador registado, se já é faça
Caso ainda não o seja, clique no link e registe-se em 30 segundos. Participe, a sua opinião é importante!

Mais notícias

Mais notícias de Portugal

pub