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Oferecido apoio a 18 PSP acusados pelo Ministério Público

Diretor-Nacional escreveu a agentes a disponibilizar advogados.
Por Miguel Curado|15.07.17
O Diretor-Nacional da PSP, Luís Farinha, escreveu um email aos 18 agentes da PSP da Amadora acusados pelo Ministério Público dos crimes de tortura, sequestro e ofensas à integridade física qualificadas e agravadas por racismo na Cova da Moura, em que desmente ter considerado que os mesmos não honram o compromisso de ser polícia. O responsável oferece mesmo apoio judiciário aos polícias.

Polícias de Alfragide acusados de tortura e racismo
O líder da PSP referia-se ao discurso que proferiu na quinta-feira, na cerimónia dos 150 anos da Polícia. A reação ao mesmo, sabe o CM, não foi a melhor entre os polícias. Nas redes sociais, o Diretor-Nacional tem sido mesmo acusado de "falta de solidariedade com o efetivo".

Luís Farinha desmente ter sido sua intenção "fazer a condenação pública dos polícias", reiterando que mal tomou conhecimento da acusação a 18 agentes da PSP da Amadora, "comprometeu-se com a defesa da presunção de inocência até trânsito em julgado".

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