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Pais das vítimas do Meco acusados por críticas a magistrado

Acusados ponderam a abertura da instrução do processo.
Por Magali Pinto|13.09.17
Em janeiro deste ano, os pais das vítimas da tragédia do Meco foram ouvidos no âmbito de um processo-crime instaurado pelo procurador Joaquim Moreira da Silva - o magistrado responsável pelo arquivamento à morte dos seis jovens, na praia do Meco, em dezembro de 2013.
‘Pais do Meco’ acusados por críticas a magistrado

Em causa, a chuva de críticas à decisão do procurador. Desde o início os pais recusaram-se a aceitar a tragédia como um acidente e queriam que fossem imputadas responsabilidades a João Miguel Gouveia, ‘dux’ da Comissão de Praxes e único sobrevivente.

O Ministério Público decidiu acusar os pais de Catarina Soares - António Soares e Fernanda Cristóvão –, o pai de Tiago Campos - José Carlos Campos – e a mãe de Pedro Negrão - Maria de Fátima Negrão. O crime em causa é de difamação agravada.

"Lograram levar uma campanha com o manifesto intuito de pressionar o magistrado (...) e também com o intuito de denegrir a sua imagem, imputando-lhe factos falsos que atentavam contra a sua credibilidade e profissionalismo enquanto pessoa e procurador da República", refere o Ministério Público.

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