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Procurador-geral afirma que foi investigado por "revanchismo"

Um dos casos em que o magistrado angolano era visado dizia respeito a um alerta bancário.
15.10.16
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Procurador-geral afirma que foi investigado por "revanchismo"
O procurador-geral da República de Angola João Maria de Sousa em 2012 Foto Luís Saraiva/Assembleia da República
O procurador-geral da República de Angola acusou este sábado as autoridades portuguesas de o terem envolvido num processo judicial por "revanchismo", depois de Angola ter pedido esclarecimentos sobre fugas de informação sobre investigações a cidadãos angolanos.

Em entrevista ao jornal português Sol, hoje divulgada, João Maria de Sousa, explicou que foi constituído arguido num processo judicial depois de ter " pedido de esclarecimentos sobre as razões ou os objetivos que perseguia o Ministério Público (MP) português ao enviar para a comunicação social, particularmente para determinados jornais, informações sobre entidades angolanas".

"Não sou nenhum ingénuo. Percebi perfeitamente aquilo que se passou. Foi algum revanchismo por uma iniciativa que eu tive de solicitar uns esclarecimentos", disse o magistrado angolano, que lamenta nunca ter sido contactado pelas autoridades portuguesas, num caso que levou o Presidente angolano a colocar em causa as relações com Portugal.

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