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Procurador volta a pedir 25 anos para Ana Saltão

Defesa da inspetora diz que não há provas e quer a absolvição.
Por Mário Freire|13.07.17
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O Ministério Público quer ver Ana Saltão, a inspetora da Judiciária acusada de matar a avó do marido em Coimbra, condenada à pena máxima. Ontem, nas alegações finais, o procurador Jorge Leitão voltou a pedir, tal como fez no primeiro julgamento, em 2014, 25 anos de cadeia.

O magistrado sublinhou a "frieza e premeditação" com que o crime foi cometido, e considerou provado que Ana Saltão furtou a arma de serviço de uma colega da PJ do Porto e deslocou-se a Coimbra, onde matou Filomena Gonçalves, de 80 anos, avó do marido, que é também ele inspetor da PJ.

Já Castanheira Neves, advogado do filho da vítima, referiu que "há um conjunto muito concreto de provas e coincidências que apontam a arguida como culpada". Para o causídico, "não importa a motivação, nem o trabalho de construção ou desconstrução de prova". O advogado lembrou, por exemplo, que a arma usada era igual à que foi roubada da PJ.

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