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Rapta e mata enteada após falhar violação

Padrasto responde por homicídio, rapto, coação sexual, violação tentada e profanação de cadáver.
Por Ana Palma e Rui Pando Gomes|16.09.17
Homicídio qualificado, rapto, violação tentada, coação sexual e profanação de cadáver. São estes os crimes de que está acusado o romeno Mihai Razvan Oprea, de 36 anos, que na próxima semana começa a ser julgado no Tribunal de Portimão pela morte da enteada Bruna Nunes.
Rapta e mata enteada após falhar violação

De acordo com o Ministério Público, o arguido "raptou, tentou violar e matou a filha da sua companheira, desferindo- -lhe golpes na cabeça com um instrumento contundente. Depois escondeu o corpo e tentou apagar os vestígios do crime".

A vítima, Bruna Nunes, de 17 anos, desapareceu a 11 de dezembro de 2014, quando regressou da escola, em Lagos, à casa onde vivia com a mãe e o homicida, no Rogil, Aljezur.

O padrasto convenceu-a a ir com ele à casa onde tinham vivido antes, no sítio de Palazim, para ir buscar alguns pertences. Ali chegados, Oprea levou Bruna ao quarto, esmurrou-a, amarrou-a e despiu-lhe as calças e a as cuecas. Apalpou-a e depois tentou violá-la, com violência, mas a jovem resistiu e o homem acabou por desistir. Para impedir que a enteada o denunciasse, matou-a, esmagando-lhe a cabeça com um objeto contundente. O corpo foi encontrado, quatro dias depois, pela Polícia Judiciária, num terreno baldio, a 100 metros da casa, para onde Oprea a levou. O arguido limpou a casa, para fazer desaparecer os vestígios do crime.

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  • De  Anónimo 26.09.17
    Tomara que seja morto rapidamente
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  • De  Anónimo 26.09.17
    Tomara que seja morto rapidamente
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