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“Setor é afetado por fenómenos marginais”, diz Rogério Alves sobre a polémica do Urban

Presidente da Associação das Empresas de Segurança defende mais fiscalização e punições.
Por João Tavares|13.11.17
Portugal ficou indignado com o vídeo amador que mostra seguranças da discoteca Urban Beach a espancarem dois jovens. Os três seguranças da empresa PSG foram detidos e dois ficaram em preventiva. A PSP tem registo de 38 queixas, só este ano, contra seguranças do espaço. Agressões que relançam o debate sobre os perigos da noite e que levaram o Ministério da Administração Interna a tomar medidas duras.

CM – Como interpreta o fecho do Urban?
Rogério Alves – Interpretamo-lo como uma reação à manifesta gravidade dos acontecimentos e ao impacto que as imagens tiveram na opinião pública, a que acresce, de acordo com o que foi anunciado, a reiteração de ocorrências similares em momentos anteriores. Trata-se de um ato administrativo.

- Como justifica o relato de tantas situações violentas?
– A violência nos espaços noturnos, ou noutros, representa sempre uma conduta desviante face à lei. Se for perpetrada por vigilantes habilitados, então deverão ser punidos no plano criminal, no plano disciplinar pelas empresas, e no administrativo, com a cessação da possibilidade de exercerem a função. Creio, porém, que muita da violência é exercida por entidades e pessoas que, ao contrário deste caso, nem sequer têm habilitação legal. São situações a despistar, a impedir e a punir pelas autoridades.

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