Só há cinco helis para salvamentos

Dos doze helicópteros EH101 comprados em 2001 pelo Ministério da Defesa para as missões de socorro da Força Aérea apenas cinco vão continuar a funcionar durante os próximos seis meses. Isto apesar dos dois contratos de manutenção entre o fabricante Agusta Westland International Ltd (AWIL) e a Comissão Permanente de Contrapartidas, a Defloc SA, e as Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica (OGMA), que custarão entre 43 e 58 milhões de euros por ano.

02.08.08
  • partilhe
  • 0
  • +
Só há cinco helis para salvamentos
Contratos entre Estado e empresa fabricante dos helicópteros foram assinados ontem em S. Julião da Barra Foto João Miguel Rodrigues

O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, explicou ontem que os contratos assinados prevêem que "nos próximos seis meses estejam um mínimo de cinco EH101 simultaneamente operacionais. Depois, numa segunda fase passarão a ser seis". O objectivo é ter nove destes helicópteros a operar em 2013, altura em que termina o contrato de manutenção, diz o ministro.

Recorde-se que a actual frota de EH101 da Força Aérea foi adquirida em 2001, era então ministro da Defesa Rui Pena, mas nunca chegou a estar totalmente operacional devido à falta de um contrato de manutenção.

Nos contratos assinados ontem ficou previsto também que a Agusta Westland assuma contrapartidas no valor de 481 milhões de euros através da realização de três projectos que pretendem dinamizar a indústria aeronáutica em Portugal.

pub

pub

Ver todos os comentários
Para comentar tem de ser utilizador registado, se já é faça
Caso ainda não o seja, clique no link e registe-se em 30 segundos. Participe, a sua opinião é importante!