PJ aperta cerco: Homicida conhecia rotinas do triatleta de Alenquer

Autoridades fecham algumas linhas de investigação. Crime passional ganhou força.
Por Tânia Laranjo|29.08.18
PJ vasculha passado do triatleta assassinado em Avis
A hipótese de crime passional na morte de Luís Miguel Grilo ganha cada vez mais força. O local onde foi encontrado o corpo faz levantar as suspeitas à Polícia Judiciária, já que se trata da zona de conforto da própria vítima. António, tio e padrinho do triatleta, é o primeiro a confirmá-lo. "Só quem conhecesse muito bem as rotinas do meu sobrinho é que conhecia esta zona. Ele vinha cá habitualmente", diz ao Correio da Manhã.

O mistério adensa-se e a investigação da Judiciária intensifica-se e vai fechando algumas linhas da investigação. O passado de Luís Miguel Grilo é verificado à lupa e todas as suas relações familiares são analisadas. "Tínhamos uma boa relação. As zangas normais de um casal, nada mais", garante por seu turno Rosa Grilo, a viúva.

A autópsia também não dá muitas respostas. Não há dúvidas de que o crime foi violento, mas nem sequer é líquida a causa da morte. No corpo em decomposição foi possível os médicos perceberem que havia uma fratura no crânio, que poderá ter sido provocada por um objeto contundente ou pela queda do atleta, que seguia de bicicleta. Mas a morte pode ter outra causa.

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