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Três pessoas acusadas de burla com cheques de quase 900 mil euros

Os arguidos encontram-se sujeitos às medidas de coação de termo de identidade e residência.
19.04.17
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O Ministério Público acusou três pessoas por burla qualificada e falsificação de documentos e branqueamento de capitais, num caso que envolveu quase 900 mil euros, informou a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

Segundo a acusação, entre 2007 e 2010, uma arguida trabalhadora de uma associação, com recurso a assinaturas inventadas, com a utilização de assinaturas de antigos membros da direção ou mediante o uso de cheques assinados por membros em funções da direção, preencheu (e por vezes assinou) 1.284 cheques da associação, no valor total de 896.184,91 euros.

"Cheques esses que depois depositou em contas associadas a si e ao seu marido, também arguido, a terceiros e à sociedade de que ambos eram sócios e gerentes, sempre em seu benefício e do marido", refere a PGDL.

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