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Utentes criticam subida nos transportes públicos

Indicam que investimento nas transportadoras compete exclusivamente ao Estado.
Por Manuel Jorge Bento|03.12.17
Utentes criticam subida nos transportes públicos
Foto Direitos Reservados
O Governo quer justificar o aumento de preços [2%] nos transportes públicos, no próximo ano, dizendo que este servirá para mais investimento e melhores serviços, mas essa função não cabe aos utentes. O investimento compete, única e simplesmente, ao Governo". A crítica à subida já divulgada nos tarifários é do Grupo de Utentes dos Transportes Públicos do Porto, que falam numa contradição com a política de reposição de rendimentos da administração central.
Transportes aumentam 2% em Janeiro

Os utentes consideram que a subida nos preços dos transportes sob tutela do Estado é "surpreendente", já que os valores praticados "são já demasiado elevados". Indicam ainda, em comunicado, que quem se desloca, por exemplo, na STCP ou Metro do Porto devia ser compensado "pelo mal que foi feito pelo anterior Governo, destacando-se, entre outros, os aumentos brutais que chegaram a atingir os 50 por cento".

O Grupo de Utentes refere que o Governo dispõe de mecanismos para alavancar os investimentos feitos pelas transportadoras, "desde logo as indemnizações compensatórias a que o estado está obrigado". "Não nos cabe pagar a fatura", indicam, acrescentando que a administração central deveria antes seguir o incentivo ao uso de transportes público.

O secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, considera que a subida de 2% é uma atualização "equilibrada", que responde ao aumento dos custos de produção, enquanto os passageiros podem deduzir 6% do IVA dos passes no IRS e os descontos a crianças e jovens são alargados - desconto generalizado de 25% no passe para utentes até 18 anos.


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