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Vigilante do FC Porto tinha 500 kg de pólvora

Segurança no Dragão é um dos principais elementos da rede que abastecia claques com explosivos.
Por Liliana Rodrigues e Tânia Laranjo|18.07.17
Rui Araújo, vigilante no Estádio do Dragão, era um dos elementos-chave da rede de confeção e venda ilegal de explosivos às claques de futebol do Norte do País. No âmbito da Operação Petardo, realizada na semana passada pela Polícia Judiciária (PJ) de Braga, os investigadores apuraram que o segurança chegou a obter 500 quilos de pólvora através do dono de uma pirotecnia em Refontoura, Felgueiras, que fabricou a substância com a ajuda do filho.

Nas buscas realizadas à casa onde vive, na rua das Lagoas, em Sanfins de Ferreira, Paços de Ferreira, os inspetores apreenderam diverso material explosivo produzido e armazenado ilegalmente e sem qualquer controlo e condições de segurança.

O vigilante foi observado em várias deslocações para ir buscar material a uma pirotécnica a Chaves - também visada nas diligências da PJ - e quando entregava explosivos em Barcelos, na moradia de António Ribeiro, outro dos principais responsáveis da rede que abastecia as claques com aqueles explosivos.

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