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Cemitério de Sacavém perdeu o rasto a ossadas

Gavetão que devia conter restos mortais estava vazio.
Por António Miguel e Edgar Nascimento|14.08.17
Margarida Oliveira, 80 anos, não sabe o que aconteceu aos restos mortais do marido. O gavetão número 134 do Cemitério de Sacavém (Loures), onde deveriam repousar as ossadas de Eduardo, está vazio. A família só o descobriu em julho, quando quis colocar no gavetão as cinzas de Palmira, filha que morreu e que foi cremada.

"A urna estava limpinha, como se nunca estivesse estado lá nada", conta Margarida. A dor causada pela perda do marido em 2002, foi o suficiente para que não quisesse estar presente no levantamento dos restos mortais da campa, há nove anos.

A viúva pagou então 300 euros pelo gavetão e 100 euros aos coveiros para fazerem o transporte das ossadas da campa para o gavetão. Contudo, em julho deste ano, a filha de Margarida faleceu e foi cremada. A família quis que as cinzas fossem colocadas dentro da urna do pai e foi notificada pela agência funerária que o gavetão se encontrava vazio.

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