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CGTP defende que indústria têxtil tem de "sair do salário mínimo"

Arménio Carlos defende que bons resultados têm de ser acompanhados pela distribuição de riqueza pelos trabalhadores.
17.06.17
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O secretário-geral da CGTP defendeu este sábado que o setor têxtil tem de deixar de praticar o salário mínimo nacional, defendendo que os bons resultados deste têm de ser acompanhados pela distribuição de riqueza pelos trabalhadores.

"Estamos num setor de atividade que se modernizou, aumentou significativamente a produtividade, mas a mesma não foi transmitida em termos de redistribuição de riqueza, do salário dos trabalhadores", disse Arménio Carlos, considerando que é fundamental que este setor "saia do salário mínimo nacional".

O dirigente da Intersindical falava à agência Lusa por telefone, depois de ter participado hoje, em Guimarães, na tomada de posse dos novos corpos gerentes do Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes.

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