Sub-categorias

Notícia

Exige a guarda do filho que lhe foi retirado dois dias depois de nascer

Acolhimento temporário expirou no início do mês.
Por Aureliana Gomes|12.01.17
Exige a guarda do filho que lhe foi retirado dois dias depois de nascer
Lígia Silva luta pela guarda do filho que lhe foi retirado em setembro de 2016 Foto CMTV
"Acredito em Deus e na Justiça. Só quero o meu bebé." Cansada de esperar, Lígia Silva, que viu o seu filho ser-lhe retirado dos braços, dois dias depois de nascer, em setembro de 2016, no hospital de S. João, no Porto, apresentou uma providência de ‘habeas corpus’ a pedir a libertação imediata do pequeno Rafael.

Três meses foi o período estabelecido pelo Tribunal de Família e Menores de Matosinhos para o acolhimento residencial do recém-nascido, prazo que terminou a 6 de janeiro. "O meu filho está retido ilegalmente e privado da mãe", explicou ao CM a mulher, que continua, dia sim, dia não, a visitar o bebé num Centro de Acolhimento em Vila Nova de Gaia.

Aníbal Pinto, advogado da mulher, diz que Lígia tem condições para ficar com o filho e prova disso é terem-lhe permitido passar o Natal com o menor. "Se houvesse perigo iminente, não o deixariam passar o Natal com a mãe", frisou.


pub

pub

Ver todos os comentários
Para comentar tem de ser utilizador registado, se já é faça
Caso ainda não o seja, clique no link e registe-se em 30 segundos. Participe, a sua opinião é importante!

Mais notícias

Mais notícias de Sociedade

pub