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Fenprof acusa Governo de, ilegalmente, não ter aberto 713 vagas de quadro

ME reiterou que as vagas abertas à data do concurso foram as que respeitavam os requisitos determinados para o efeito.
Por Lusa|09.10.17
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A Fenprof acusou esta segunda-feira o Ministério da Educação de não ter aberto 713 vagas de quadro, exigindo agora a "reparação da ilegalidade" por parte da tutela, que diz que vai analisar a lista dos docentes excluídos remetida pelos sindicatos.

Depois de a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) e a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) terem autorizado a divulgação da listagem de professores que reuniam as condições para abertura de vagas no concurso de vinculação extraordinária, a Federação Nacional de Professores (Fenprof) veio esta segunda-feira defender que na sua análise desses documentos detetou 713 vagas em falta.

"Isto é, há mais 713 docentes que, de acordo com o levantamento efetuado, reuniam os requisitos que davam origem a vaga no CIE [Concurso de Integração Extraordinário] e que não foram considerados pelo Ministério da Educação para esse efeito", defende a federação sindical em comunicado.

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