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Fibrose quística atinge mais o sexo feminino

Diagnóstico precoce evita a progressão da doença.
Por Teresa Oliveira|27.11.16
Fibrose quística atinge mais o sexo feminino
Mutação de gene afeta sobretudo os pulmões e o tubo digestivo Foto iStockphoto
Em Portugal estão registadas cerca de 400 pessoas com fibrose quística, uma doença genética e hereditária, rara e ainda incurável, sendo a grande maioria dos doentes crianças. A doença é causada pela mutação de um gene, afeta sobretudo os pulmões e o tubo digestivo e atinge mais pessoas do sexo feminino.

Insuficiência respiratória, insuficiência cardíaca, expetoração excessiva com muco, tosse, progressiva diminuição da resistência física, perda de peso e atraso no crescimento, são algumas das manifestações da doença.

De acordo com Pilar Azevedo, pneumologista no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, "a gravidade e a evolução clínica da doença são variáveis". "O que falta a estes doentes é uma proteína que existe nas células. Essa proteína faz muita falta para a função de diferentes órgãos, como o pulmão e o pâncreas. Estes doentes têm pâncreas que não funcionam e, portanto, a sua digestão é muito afetada. Aí, o estado nutricional fica comprometido e não crescem", sublinha a especialista. No entanto, refere, "existem medicamentos, que permitem ultrapassar o problema da insuficiência pancreática".

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