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‘Fuga de cérebros’ vale 40% da emigração portuguesa por ano

Quadros superiores portugueses mais procurados no Brasil, Angola e Moçambique.
Por João Saramago|07.12.17
A "fuga de cérebros" representa 40% das saídas anuais de portugueses, estimou esta quarta-feira o professor do Instituto de Geografia e de Ordenamento do Território, Jorge Malheiros, durante a apresentação do relatório ‘Perspectivas da Migração - 2017’, da OCDE.
Fluxos migratórios dos portugueses

Em 2016, saíram do nosso país 97 151 pessoas, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, pelo que os profissionais com maior grau académico foram cerca 38 mil. Jorge Malheiros referiu que os países de destino são, "em particular, países do hemisfério Sul, como Angola, Moçambique e Brasil, que atraem um maior número de quadros superiores".

O académico adiantou que há, contudo, um número crescente de licenciados que procuram uma saída profissional na União Europeia ou na América do Norte.

Nos próximos anos e com o crescimento económico verificado em Portugal, Jorge Malheiros estima que a emigração portuguesa sofrerá uma quebra, a exemplo dos dois últimos anos. Mas, entre os emigrantes com maior grau académico "esta tendência não se irá verificar".

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