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Gás que anestesia ajuda mulheres a terem maior controlo no parto

É escolha de mulheres que não podem ou não querem a epidural.
Por Cláudia Machado|17.06.17
O método já é conhecido e usado há largas décadas, mas perdeu terreno para a epidural. A analgesia inalatória - um gás que, ao ser inalado, tem o efeito de anestesiar - volta agora a surgir como opção para as grávidas que não podem submeter-se a procedimentos invasivos devido a doenças ou que, simplesmente, não o querem fazer.

"Defendo muito a epidural, mas também tenho de dar a mão à palmatória porque há alturas em que temos de saber oferecer mais alguma coisa à grávida quando ela não pode ou não quer submeter-se a uma técnica invasiva durante o parto", refere ao CM Fernando Manso, coordenador de anestesia da área obstétrica do Hospital Amadora-Sintra.

A técnica passa, sobretudo, por munir a grávida de controlo sobre a própria dor durante cada contração. "As mulheres vão hoje em dia cada vez mais informadas para a maternidade e com mais querer. Também é importante irmos ao encontro das suas vontades num momento tão importante como o nascimento de um filho", refere o médico anestesiologista. Dar novas opções à grávida permite "que possa estar em condições de colaborar e participar ativamente no processo do nascimento", destaca Fernando Manso, descrevendo a anestesia inalatória como "uma mais-valia que todas as maternidades deviam ter".

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