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Há grávidas de alto risco a fazerem 60 Km para serem assistidas

Enfermeiros Especialistas apontam ainda casos de grávidas aconselhadas por médicos a recorrerem a outras maternidades pelos próprios meios.
18.07.17
Os Enfermeiros Especialistas em Saúde Materna e Obstétrica (EESMO) denunciaram esta terça-feira a existência de partos não assistidos no domicílio e grávidas de alto risco em trabalho de parto que fazem percursos de ambulância que chegam aos 60 quilómetros.

Em comunicado, os enfermeiros especialistas, que desde o início do mês não prestam cuidados diferenciados em protesto pelo não pagamento da especialização, dizem que vão apresentar uma denuncia na Procuradoria-Geral da República e denunciar a situação às entidades nacionais europeias e mundiais competentes.

Apontam também casos de grávidas com alta clínica "que são aconselhadas por médicos a recorrerem a outras maternidades pelos seus próprios meios" e dizem que as taxas de cesariana e de partos por fórceps estão a aumentar.

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