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Vítimas dos fogos de outubro defendem que foram abandonadas

Três meses depois, associações insurgem-se contra "a distância do poder político".
Por Lusa|13.01.18
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Duas associações de vítimas dos incêndios de outubro de 2017, na região Centro, criticam a alegada distância do poder central e asseguram que milhares de lesados ainda não receberam ajudas.

Ao assinalar "três meses da maior tragédia em destruição material que a região sofreu em séculos", a Associação das Vítimas do Maior Incêndio de Sempre em Portugal (AVMISP) insurge-se contra "a distância do poder político", quando "a falta de esperança cresce" no interior devastado pelos fogos de 15 e 16 de outubro de 2017.

"Sobra sempre a sensação de que continuamos entregues à nossa sorte", afirma à agência Lusa o empresário Luís Lagos, presidente da AVMISP, com sede em Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra.

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