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Manifestações e greves de professores regressam se não houver acordos

Fenprof ameaça com novas paralisações em 2018.
Por Lusa|06.12.17
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Os professores que hoje se reuniram em 21 plenários descentralizados convocados pela Fenprof aprovaram moções que admitem o regresso às manifestações e às greves, mas remetem decisões para o final das rondas negociais com a tutela, em janeiro.

"Com a negociação e a luta no centro do debate, os professores aprovaram -- em quase todos os casos, por unanimidade, o que é muito significativo -- uma moção que apela para a luta. Desde logo, para a presença na Tribuna Pública que se realizará amanhã [quinta-feira], mas também para a marcação de novo plenário para o final do ciclo negocial em curso, com o objetivo de avaliar o resultado das negociações e a eventual aprovação de um calendário de ação e luta que se estenderá, pelo menos, até final do ano letivo e que poderá incluir Manifestação Nacional e, de novo, o recurso à greve", lê-se num comunicado da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), hoje divulgado.

A decisão foi tomada por cerca de 500 professores e educadores que marcaram presença nos 21 plenários que a Fenprof convocou para a tarde de hoje em vários pontos do país, para garantir uma maior participação, no dia em que o Ministério da Educação, refere a federação sindical, anunciou nova ronda negocial, a realizar em 19 ou 20 de dezembro e dedicada a discutir o acesso aos 5.º e 7.º escalões da carreira docente.

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