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Morreu o homem que de tostões fez fortuna

Tinha por lema que “acima de zero é caro” e dizia que só tinha ganho o primeiro par de sapatos após o exame da 4.ª classe.
Por Débora Carvalho|14.07.17
"Acima de zero é caro". Esta era uma das máximas de Américo Ferreira Amorim, o homem mais rico de Portugal. O empresário, que subiu a pulso nos negócios, morreu ontem aos 82 anos na sequência de uma pneumonia. Na história empresarial ficará sempre como o ‘Rei da Cortiça’.

Recorde Américo Amorim
Américo Amorim deixa uma fortuna avaliada em 4 mil milhões de euros, segundo a ‘Forbes’. O império de um dos mais bem-sucedidos industriais portugueses não se ficou apenas pela cortiça e, para além da joia da coroa do grupo - a Galp - o empresário contava ainda com negócios na área da banca, imobiliário, floresta e turismo. Esteve ainda ligado a alguns dos maiores negócios das últimas décadas, como a fundação do BCP ou da Telecel (Vodafone).

Aliás, conta-se que o BCP – hoje o maior banco privado português – foi fundado no verão de 1984 numa reunião de empresários na sua casa de apoio à piscina da vivenda da Granja. Ainda na finança, teve uma parceria com Isabel dos Santos no BIC e foi acionista no Popular.

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  • De orlandohorta814.07.17
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