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Queixas dos doentes revelam fragilidades na Saúde

ERS revela recomendações a hospitais que lesaram utentes no acesso aos cuidados.
Por Sónia Trigueirão|12.08.17
Doentes oncológicos que não fizeram tratamentos coadjuvantes por perda da janela terapêutica útil, um doente informado que a cirurgia efetuada não tinha nada a ver com a prescrita e para a qual foi emitido um vale e uma doente de 88 anos que morreu à espera de uma prótese. Estas são algumas das queixas de doentes que se sentiram lesados e que estão na origem de instruções da Entidade Reguladora da Saúde (ERS).

Na primeira, o Hospital do Barreiro informou que os doentes entraram em remissão em maio passado. A ERS recomendou que a unidade deve garantir "o acesso a tratamentos oncológicos em tempo útil", adequados às necessidades dos doentes e que "devem ser prestados humanamente, com prontidão e respeito pelo utente".

Na questão da cirurgia, à Confraria Nossa Senhora da Nazaré e ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), a ERS referiu que devem garantir que "o atendimento dos utentes se processe dentro das regras do programa de combate às listas de espera (SIGIC).

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