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Retirados 37 metros cúbicos de espuma do rio Tejo

Combate à poluição está a resultar, diz Ministério do Ambiente.
Por José Durão|13.02.18
A remoção de espuma junto ao açude insuflável do rio Tejo, em Abrantes, já permitiu retirar 37 metros cúbicos de material da superfície do rio Tejo. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) continua a monitorizar o estado do rio, mas fonte do Ministério do Ambiente garantiu ao CM que já há alguns dias que os camiões de limpeza não são ativados.

Os seis camiões destacados para Abrantes iniciaram as limpezas a 27 de janeiro e a espuma foi conduzida para as estações de tratamento de águas residuais de Gavião e Vila Nova da Barquinha, onde foi "depositada em leitos de secagem para desidratação, oxigenação e anulação", sem que haja "qualquer perigo", explicou à Lusa Paulo Amaro, técnico coordenador da equipa de trabalho contratada pela APA.

O ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, mostrou-se satisfeito pelo resultado das medidas tomadas - que incluíram a obrigação da Celtejo reduzir para metade a sua produção de efluentes durante 30 dias - por terem permitido melhorar a situação junto à barragem de Fratel, de 1,1 miligramas de oxigénio por litro - próximo do limiar que permite vida - para os 7 miligramas registados a semana passada.

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