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Saiba quanto tempo deve durar o sexo

Estudo analisa duração de várias relações sexuais de 500 casais e o grau de satisfação.
Por Pedro Zagacho Gonçalves|17.06.17

A duração das relações sexuais é quase sempre tema tabu, até porque surge sempre (erradamente) associada ao grau de satisfação do casal, em especial das mulheres. Se por um lado é tido como sinal de virilidade para os homens a longa duração de uma sessão de sexo, no caso das mulheres ainda há muita gente que pensa que durar mais tempo é o segredo para a fazer atingir o orgasmo. Ambas as noções estão erradas, mostra um estudo de vários médicos norte-americanos, que analisou a duração das relações sexuais de 500 casais e o grau de satisfação destes.

As conclusões são muito interessantes: em primeiro lugar, o tempo médio de duração de cada relação sexual foi de 5,4 minutos. Pode parecer pouco, mas é importante referir que muitos dos casais estão juntos há muito tempo e , como tal, conhecem bem os corpos um do outro e a melhor forma de atingir o orgasmo. Ainda assim, houve sessões de sexo a variar entre os 38 segundos e os 44 minutos.

"Mas o prazer não é nem deve ser baseado apenas no tempo. Deve ser fundamentado na sensação de satisfação mutua. As chamadas ‘rapidinhas’ podem ser perfeitamente satisfatórias, assim como sessões de seo de muito tempo podem causar lesões, deixar os músculos fisicamente debilitados, para além de poderem danificar o delicado tecido genital feminino", explica  a psicóloga e sexóloga LeslieBeth Wish.

Assim, o estudo apurou que o tempo "adequado" de duração de sexo é entre três e sete minutos, o "desejável" é entre sete e 13. Os casais questionados consideraram que entre um e dois minutos é "muito pouco" e que é "demasiado tempo" uma sessão que dure entre 10 a 30 minutos.

A Dr. Wish explica ainda que fazer amor é mais do que o tempo passado na penetração. "Algumas mulheres tem mais prazer e mais facilmente atingem o orgasmo antes ou depois da penetração. Através de preliminares, jogos sexuais, sexo oral, estimulação mútua, importa perceber que o tempo não é tudo. A comunicação sim, é a chave", conclui.

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