Trabalhadores da CGD dizem que reivindicações não se tratam de privilégios

A 24 de agosto, os funcionários da Caixa Geral de Depósitos fizeram greve contra a denúncia do acordo de empresa.
Por Lusa|14.09.18
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A Comissão de Trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) disse esta sexta-feira que as reivindicações dos funcionários do banco púbico não se tratam de privilégios e que também estes foram penalizados nas remunerações e que alguns efeitos ainda persistem.

"A CT da CGD [...] vem afirmar serem desprovidas de razão e fundamento quaisquer intervenções públicas que associem as reivindicações dos trabalhadores da CGD à defesa de "privilégios". Rejeitamos liminarmente qualquer julgamento em praça pública com base em falácias, com o propósito único de beneficiar aqueles que se sentem ameaçados por uma CGD pública, interveniente e pilar do sector bancário, fundamental para o desenvolvimento e coesão do país", referiu em comunicado a estrutura representativa dos trabalhadores do grupo bancário.

A Comissão de Trabalhadores mostra-se indignada com opiniões difundidas na comunicação social sobre os direitos dos trabalhadores da CGD, após a denúncia do acordo de empresa pela administração, considerando que são "baseadas em pressupostos falsos e construídas à volta de um profundo desconhecimento do que é a realidade da CGD", e considera que se "instituiu designar de 'privilégios' todo e qualquer direito ou garantia de um trabalhador, mesmo que livremente negociado e assinado entre as partes, entidade patronal e sindicatos".

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