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Transplante renal tem melhor prognóstico com dador vivo

Rim transplantado dura, em média, 15 anos. Vindo de dador vivo, pode manter-se mais tempo.
Por Cláudia Machado|13.01.18
O transplante renal é, para muitos doentes de insuficiência renal crónica, uma porta para uma vida livre da diálise. Horas e horas a fio ligadas a uma máquina, várias vezes por semana, podem ficar para trás, caso a intervenção seja bem sucedida. Neste ‘jogo’ de probabilidades, a origem do órgão tem também um papel de destaque.

"O transplante renal de dador vivo é sempre a melhor opção e tem sempre um melhor prognóstico", explica ao CM Inês Aires, médica nefrologista e membro da Sociedade Portuguesa de Nefrologia.

Mas a falta de dadores vivos disponíveis leva a que "seja mais frequentemente realizado o transplante de rim de dador cadáver", sendo que ,"na grande maioria dos casos, a morte ocorreu por uma doença associada e, por isso, o órgão pode já ter complicações", refere a especialista.

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