Lóbis? Só se forem transparentes

“Não tenho nenhum problema com a representação dos lóbis, se ela for feita com transparência”, defendeu Pacheco Pereira, opinião que Luís Paixão Martins, administrador da agência de Comunicação LPM subscreveu à margem do debate subordinado ao tema ‘Como lidar com os Lóbis?’, que decorreu anteontem na Universidade Lusófona, em Lisboa.
02.02.08
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O comentador político considera “normal em democracia que os interesses se organizem e defendam os seus pontos de vista”, criticando, porém, o “lobismo disfarçado, que é, na verdade, tráfico de influências e corrupção”.
Pacheco Pereira aproveitou para lembrar a sua experiência no Parlamento Europeu, onde os lóbis têm representação oficial e podem comunicar os interesses que defendem aos deputados. Paixão Martins, que recentemente viu negado o pedido de acreditação de representantes das agências de comunicação na Assembleia da República, defende que alguns grupos de interesses já têm representantes no Parlamento, como “os deputados que são dirigentes sindicais”.

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