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Correio da Manhã

Boa Vida
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Capuchos dos Açores transformados numa compota cheia de sabor

Ideal para acompanhar um queijo mais seco.
Edgardo Pacheco 12 de Julho de 2019 às 17:00
Doce de Capucho
Doce de Capucho FOTO: Direitos Reservados
Nós sabíamos que os physalis são conhecidos nos Açores como capuchinhos ou tomate de capuz. Desconhecíamos é que ainda existem mais nomes.

Cá vão eles: cereja do judeu, capota, lanterna chinesa, farol do peru ou tomatinhos são outros nomes possíveis. Abençoada criatividade popular para um fruto que nem era assim tão consumido em Portugal.

De resto, nos Açores os capuchinhos eram uma espécie de praga que trepava pelos cômoros dos incensos ou das faias que serviam de proteção a diferentes espécies de árvores de fruto. Só os miúdos é que se interessavam pelas pequenas bagas, talvez pelo formato ou pela cor alaranjada.

Hoje, as coisas são bem diferentes. Como tudo se aproveita e como os nutricionistas começaram a dissertar sobre tal fruto da família do tomate, agora podemos comer physalis como um vulgar fruto, como acompanhamento criativo por via do trabalho dos chefes ou – a forma mais comum – como uma compota.

E uma boa compota é esta que aqui vai na foto (4,20 €), produzida pela empresa Corretora, porque nos chega com os frutos inteiros. É bem mais bonita e gulosa.
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