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Correio da Manhã

Boa Vida
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Gronelândia: um planeta esquecido

Um destino para turistas de aventura que procuram encontrar um canto de natureza com o mínimo de atividade humana.
14 de Setembro de 2016 às 00:01
Chega-se à Gronelândia, de avião, via Europa. É muito mais interessante, mas mais dispendioso, fazer escala em Reiquiavique, na Islândia
Andar a pé é uma constante para viajar entre povoações ou para chegar às melhores vistas. Os trilhos estão bem marcados
Se tiver oportunidade, faça uma viagem de avioneta para ter um ponto de vista inesquecível. Em Ilulissat é fácil o aluguer
Os cães de trenó da Gronelândia tem sempre dono, apesar de estarem por toda a parte
É tradição as casas serem pintadas sempre com as mesmas cores: azul, vermelho, amarelo e verde. são assim por toda a ilha
O campismo selvagem implica uma grande preocupação ambiental. não há recolha organizada de lixo na ilha, pelo que cada viajante é  responsável pelos resíduos que produz
Os icebergues partem-se desde o manto gelado e percorrem os fiordes
Chega-se à Gronelândia, de avião, via Europa. É muito mais interessante, mas mais dispendioso, fazer escala em Reiquiavique, na Islândia
Andar a pé é uma constante para viajar entre povoações ou para chegar às melhores vistas. Os trilhos estão bem marcados
Se tiver oportunidade, faça uma viagem de avioneta para ter um ponto de vista inesquecível. Em Ilulissat é fácil o aluguer
Os cães de trenó da Gronelândia tem sempre dono, apesar de estarem por toda a parte
É tradição as casas serem pintadas sempre com as mesmas cores: azul, vermelho, amarelo e verde. são assim por toda a ilha
O campismo selvagem implica uma grande preocupação ambiental. não há recolha organizada de lixo na ilha, pelo que cada viajante é  responsável pelos resíduos que produz
Os icebergues partem-se desde o manto gelado e percorrem os fiordes
Chega-se à Gronelândia, de avião, via Europa. É muito mais interessante, mas mais dispendioso, fazer escala em Reiquiavique, na Islândia
Andar a pé é uma constante para viajar entre povoações ou para chegar às melhores vistas. Os trilhos estão bem marcados
Se tiver oportunidade, faça uma viagem de avioneta para ter um ponto de vista inesquecível. Em Ilulissat é fácil o aluguer
Os cães de trenó da Gronelândia tem sempre dono, apesar de estarem por toda a parte
É tradição as casas serem pintadas sempre com as mesmas cores: azul, vermelho, amarelo e verde. são assim por toda a ilha
O campismo selvagem implica uma grande preocupação ambiental. não há recolha organizada de lixo na ilha, pelo que cada viajante é  responsável pelos resíduos que produz
Os icebergues partem-se desde o manto gelado e percorrem os fiordes
É, tecnicamente, a maior ilha do mundo, embora mais pequena do que a Austrália, que é considerada um continente, e é acessível por quem tome a decisão de sair da sua zona de conforto para experimentar um dos últimos bastiões de natureza em estado puro.

Para se ir à Gronelândia é preciso estar preparado para não ver a noite, andar muito a pé, lidar bem com as mudanças de temperatura e viver offline.

No verão, a luz solar é contínua. Isto faz com que toda a experiência tenha outro brilho. Jantar, voltar para o local onde se dorme, lavar os dentes, dormir e outras atividades normalmente executadas à noite, são feitas perante a luz do sol.

Há poucas povoações com mais de mil pessoas. O comum é estarmos rodeados de algumas, poucas, centenas. Não há estradas que liguem as povoações, que só existem na orla costeira, maioritariamente no sul e oeste. A população autóctone, a maioria Inuit, viaja pouco de barco ou de avião. Só existem restaurantes, ou melhor, locais para se comer, nas povoações maiores. Pode pagar-se com cartão de crédito mas comem-se hambúrgueres, pizzas e cachorros.

A economia local está baseada na indústria pesqueira, pelo que se come o melhor salmão do planeta. Carne de baleia é de experimentar. Boi do ártico e foca são de evitar. Para melhor sentir as agruras desta insularidade, e da vida tornada simples, nada melhor do que ir parando para dormir em albergues. Normalmente, são bem cuidados e limpos, com cozinhas onde se podem preparar refeições e com casas de banho partilhadas mas adequadas.

O que levar, além do óbvio, para um destino que nada tem de previsível nem de óbvio
Tome nota: Leve calças impermeáveis, meias e botas de trekking, roupa interior quente, polares e casaco corta-vento impermeável. Não esquecer as mochilas, óculos escuros, gorro, medicamentos, protetor solar e repelente para mosquitos. Mas, por favor, não pare de tirar fotografias a tudo o que parece que não mexe. Aos icebergues que se partem mas parecem estáticos. Aos glaciares que avançam. Às pessoas que são afáveis e todas sabem que Portugal é campeão da Europa. Às baleias que deslizam. Aos cães de trenó. Tire selfies como se não houvesse amanhã. Leve o amor da sua vida (foi o que eu fiz!) e abra os olhos para um planeta esquecido que é a Gronelândia.


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